Hotel lounge


Excelente canção, excelente versão, daquelas que não dá pra parar de ouvir, e depois se quer tentar tocar no violão, todopodre.

Dica do Nique, sempre por dentro das novidades musicais, ao contrário de mim, que tinha um disco desse Adem no meu computador há mais de um ano e nem sequer sabia disso.

A versão original também é bem bacana.


Só apanhar não tem graça

Falta um Oscar no mundo do futebol.

O maior ídolo do basquete brasileiro de todos os tempos disse o seguinte, agora mesmo, antes da transmissão do jogo decisivo entre Brasil e Alemanha, pela SporTV:

"O Brasil tem que entrar pra bater. Agarrar, empurarrar, fazer falta. Basquete hoje não é mais como no meu tempo, hoje tem que bater na defesa".

O baluarte do basquetebol-arte tupiniquim enlouqueceu? Claro que não.

O que Oscar quer é que o time brasileiro GANHE, mostrando que o Brasil costuma fazer a metade do número de faltas que seus adversários, e por aí acaba perdendo. O que ele defende não é a violência gratuita, mas que se jogue o mesmo jogo que os adversários. Afinal, quem gosta de levar porrada calado é o nosso time do outro esporte, o futebol. Além do mais, hoje em dia jogador de basquete joga com PROTETOR DE DENTES, tipo aqueles de boxe! Seria muita ingenuidade achar que isso não é um indulto para a pancadaria generalizada.

Pro meu alívio, ninguém jamais vai contestar o Oscar. Além de ser o maior ídolo da história do basquete brasileiro, no nosso país ninguém (nem eu, nem a CBB) dá a mínima pra esse esporte.

Fiquei imaginando o quão benéfico seria ter um verdadeiro ídolo do futebol disposto a falar sério, como faz Oscar.


3 > 3.000.000

Walverdes = Mel Gibson do rock.

Fazia sei lá quantos anos que eu não ouvia Walverdes. Neste instante, estou com aquela surdez característica de quem acabou de voltar de um show deles.

Que beleeeeeeeza.


1ª SODA - Hearts of Darkness

FU****

TWICE!


1ª SODA - Super Size Me

Sexto filme da primeira Semana Oficial dos Documentários Aleatórios, Super Size Me era como eu temia, com uma característica em comum a todos os filmes ou livros que buscam comprovar uma hipótese: forçado. Mas o mais incrível de tudo é que mesmo assim ele é bom, muito bom, e muito disso se deve à consciência do tal Morgan Spurlock de que é mesmo forçado.

Aliás, o cara é muito engraçado, tanto no jeito de falar e agir quanto nas idéias bestas e constrangedoras, do tipo vestir uma cuequinha com a bandeira americana para se pesar ou mandar a namorada descrever suas inaptidões sexuais durante a McOverdose.

O pior de tudo (ou melhor) é que mesmo cientes das babaquice do senhor Spurlock o tempo todo, no final realmente acabamos nos questionamos quanta porcaria a gente não come apenas por força do hábito, de maneira quase inconsciente.

Olhando a ficha do cidadão no IMDB, descobri que Spurlock já tem um outro documentário, de 2008, chamado Where in the World is Osama Bin Laden?, que já estou louco pra ver. Nada pode ser um atestado maior de sucesso do que isso, sair da sessão sedento por entrar direto em outra, se fosse possível.



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