Não senti falta alguma

Hoje, por acaso, dei de cara com a lista dos mais vendidos da 53a Feira do Livro de Porto Alegre.

 

FICÇÃO

Tudo que eu queria te dizer, de Martha Medeiros

A menina que roubava livros, de Markus Zusak

Confissões e conversões, de Fernando A Lucchese

É foch!, de Nei Lisboa

Marley e eu: a vida e amor ao lado do pior cão do mundo, de John Grogan

O caçador de pipas, de Khaled Hosseini

Elite da tropa, de Luiz Eduardo Soares, André Batista, Rodrigo Pimentel

NÃO-FICÇÃO

As melhores piadas do Cafezinho, de Mauro Borba e Ramiro Ruschel, org.

Como é bom ser gremista, de Natal Augusto Dornelles

Jogo de damas, de David Coimbra

Gremistas gozam de colorados, de Alcir Nicolau Pereira

Dicionário de porto-alegrês, de Luís Augusto Fischer

A arte da guerra, de Sun Tzu

 

Este ano, pela primeira vez em muitos, não cheguei sequer perto da Praça da Alfândega na época da Feira. A principal razão está, de certa maneira, contida na lista acima. Nem sequer tenho certeza se algum dia já foi diferente disso, mas hoje os estandes dos livreiros, salvo duas ou três exceções, se resumem aos mesmos 50 livros amontoados e pendurados. O quesito mais importante de uma visita à livraria, a exemplo do que acontece na biblioteca, é justamente a chance de se fazer alguma descoberta. Este é o papel do bibliotecário, e acredito que deveria ser também o do livreiro: indicar, permitir que o leitor/cliente encontre coisas novas que não conhecia.

 



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