O primeiro gaúcho campeão do mundo

cardoso
Parei todas as máquinas imediatamente aqui no trabalho para linkar esta SENSACIONAL REPORTAGEM com Cardoso, jogador do Grêmio e campeão do mundo pelo Racing, da Argentina, além de ídolo naquele país.

Eu tive a honra de ser TREINADO pelo Cardosão (sim, é como ele é chamado por todo mundo) por UMA partida, no glorioso time S.E.R. Cidade da várzea porto-alegrense. Me tirou do ataque e colocou na lateral-direita, aparentemente sem nenhum sentido.

Grande entendedor do futebol moderno, cunhou as frases "JOGADOR RUIM SEMPRE SE APRESENTA" e "RUIM NUNCA SE MACHUCA".

Recomendo. 


Finalmente

Medo e delírio no Salão de AtosEsgotado sacalmete após 7 anos de UFRGS, cansado, suado, escabelado e estropiado após 3 horas ouvindo discursos sentado num palco, eis que finalmente estou livre.

Até agora o ponto alto da minha CARREIRA JORNALÍSTICA foi uma luminária VERDE de bibliotecas do século XIX, um relógio LARANJA de corda e muitos livros do mais puro e velho PAPEL que me autorizam a jogar este laptop no lixo ou trocá-lo por uma pena de ganso trangênico e um potinho de nankin. Isso tudo junto, por sua vez, me autorizaria a escrever CRÔNICAS. Mas passo a vez.

Obrigado. 


Virando um nerd - parte V e final

DEPOIS DA COMPRA (O FAMOSO USO)

OS BENEFÍCIOS

O teclado do MacBook, apesar do modelo diferente, com os acentos trocados de lugar, realmente me agradou bastante, bem melhor com o CLONE que eu usava no meu desktop (óbvio). Teclados são difíces de me agradar, e também demoro a acostumar, mas estou completamente satisfeito com estas teclinhas que parecem fragilíssimas mas que estão agüentando bem minhas bordoadas. É menor, em tamanho, mas não me sinto apertado. O touchpad, ao qual já me referi em algum post anterior, é simplesmente O MELHOR QUE EU JÁ USEI, disparado. Além de possuir aquelas funções de scroll vertical & horizontal (acredito que hoje em dia quase todos tenham), ele é absolutamente fiel e obediente como nenhum outro.

Não entendo absolutamente nada de qualidade  de vídeo, da imagem de um monitor, mas este 13” é absolutamente brilhante e tem uma imagem cristalina. No meu antigo monitor LCD, eu conseguia distinguir claramente os pixels, mas neste aqui a CRISTALINIDADE simplesmente se mistura ao ÉTER LÍQUIDO da tela e tudo fica muito perfeito. Realmente pensei estar dando um grande passo atrás quando troquei meu 19” por esta formiguinha aqui. Mas o que aconteceu foi o contrário. Apesar de caber muito mais coisa numa tela daquele tamanho, a USABILIDADE (não se estou aplicando o termo corretamente) agora é 900 vezes maior. Trabalho nestas 13 polegadas como não faria nem 50 polegadas e um windows. Sinceramente.

O motivo é o sistema de JOGAR O MOUSE PRO LADO. Isso é uma das melhores coisas que já experimentei em uso de computadores, principalmente pela minha total incapacidade de abrir uma coisa de cada vez. Então, com 945 programas abertos, basta eu jogar a seta pro corner previamente configurado e todos eles se transformam em miniatura, pra quem em milésimos de centésimos eu escolha qual eu quero e volte a trabalhar. Nada de um milhão de janelinhas amontoadas e piscando. Aliás, esta é outra diferença: eu diria que meu mac demora um pouquinho mais pra abrir os programas que um bom pc top de linha, mas, uma vez abertos, todos eles respondem imediatamente quando são chamados, fazem tudo ao mesmo tempo e ficam organizados e ESCONDIDOS, coisa impensável no windows.

Outro recurso massa: os spaces. É exatamente como ter 4 desktops. Um pra trabalho, outra pra jogos, outra pra pornografia, por exemplo, hshshs, ou uma pra cada grande projeto de trabalho, ou sei lá. Esses spaces também são acessados através das JOGADAS DE MOUSE PRO LADO, ou seja, em centésimos. As opções de organização são muito grandes, e essas ferramentas funcionam muito bem.

Algumas coisas sequer consegui usar, entre elas o que, dizem, é a melhor coisa desse Leopard: a automação de backup proporcionada pelo Time Machine. Fora que nem abri ainda programas tipo iMovie, iChat, iCal, não sei do que se tratam.

Outro diferencial: acabamento. É outra coisa tu usar um computador cujo cabo de força se liga na entrada e fica preso por um ÍMÃ, que tem um som bem decente (pra minha surpresa absoluta; nunca pensei que um laptop pudesse ter um som minimamente aceitável), que tem balacas legais tipo controle remoto pra assitir DVD. São pequenas coisas que fazem a EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO ser muito boa no todo.

Por fim, confesso nutrir certa expectativa de longevidade. O mac da minha namorada, outra pessoa que, junto com o meu irmão, me incentivou a trocar de plataforma, tem TRÊS ANOS e parece ter TRÊS MESES. Tu usa ele, olha pra ele, parece muito melhor ainda que 90% dos notebooks BOM PADRÃO vendidos hoje por aí. Também fiquei com a SENSAÇÃO de que o mac não precisa de uma configuração tão excepcional pra realizar as mesmas tarefas que pcs superturbinados.


COMENTÁRIOS FINAIS

Nível de satisfação: muito alto

Nota pro desempenho geral do meu novo amigo Pense Bem: 9

Recomendação de compra: Taco a taco, pelo mesmo preço que o concorrente: nem pense duas vezes / Pagando um pouco a mais: vale a pena, eu o faria / Pagando consideravelmente a mais: não vale a pena, só se estiver sobrando muita grana.


Virando um nerd - parte IV

DEPOIS DA COMPRA (O FAMOSO USO)

AS MERDAS

O primeiro desafio: como migrar meus dados de um computador para outro? Com o auxílio de um iPod de 60 giga, joguei todos os arquivos no HD do player, que teve que ser reconfigurado, resetado, ou algo do gênero, e depois pluguei no MacBook. Não sabia que passar dados via USB era TÃO IRRITANTEMENTE LENTO. Logo na primeira tentativa, MAC TRAVADO após poucos minutos de transferência. Tentei denovo, e dessa fui dormir enquanto os dados passavam de um lado pro outro. Acordei e novamente MAC TRAVADO, agora perto dos 95% de transferência. Me irritei, me senti enganado e burro. Na terceira tentaiva, foram todos os dados pro notebook.

No que tange o USO PROPRIAMENTE DITO, minha primeira aflição foi o teclado configurado de modo diferente. Sofri nos primeiros dias, tentando memorizar atalhos absurdos pra acentuação, etc. Quando consegui instalar uma BANDEIRINHA DE CHAPÉU, as coisas melhoraram, e agora, com bastante uso, acontece o inverso: chego no trabalho e rateio uns 5 minutos antes de lembrar que o circunflexo não fica junto do número 6. Vale ressaltar que achei o touchpad do Mac bastante superior ao os outros laptops que usei antes, mas ainda assim é impossível abrir mão de um mouse convencional.

Outro desafio vem sendo encontrar programinhas. Sem dúvida é 700 vezes mais fácil encontrar tudo pra Windows, desde coisas maiores e pseudo-mainstream até badulaques tipo p2p e toda sorte de ATRATIVOS. Ainda não usei nem metade dos softwares originalmente disponíveis nessa máquina, mas o navegador Safari não me agradou, e voltei ao Firefox em poucas horas de uso (talvez tenha sido precipitado, mas não hesitei). Durante os dois meses de uso, o Firefox já trancou duas vezes, e fui obrigado a fazer um encerramento forçado nas duas ocasiões.

Um troço bizarro: outro dia, quando fui usar o DVD pela primeira vez, fui solicitado a escolher uma ÁREA, e avisado que só poderia trocá-la CINCO VEZES NA VIDA. Não sei muito bem do que se trata, mas obviamente não pode ser bom. Também me frustrei um pouco com o querido Bluetooth (provavelmente por ignorância), já que não esperava que um computador precisasse estar TÃO perto do outro pra que o bixo funcionasse (ou então o meu é uma bosta).

Por último, há somente duas portas USB, uma bem junta da outra. Como meu Flash Drive é GORDINHO, não consigo INTRODUZI-LO no seu devido lugar se o meu mouse estiver conectado.


Virando um nerd - parte III

O MOMENTO DA COMPRA

Toda compra é sempre bem menos racional do que se pensa, até mesmo no caso de pessoas controladas (a.k.a meio pão-duras) como eu.

Minha primeira incursão foi em uma loja exclusiva da Sony, que teoricamente deveria ser uma espécie de show-room do supra sumo da marca, pois estava localizada no piso térreo do prédio dedicado às pesquisas de inovação tecnológica da empresa. Logo na entrada, uma dúzia de Vaios de tampa multicolorida chamavam a atenção ao lado de três ou quatro laptops aparentemente usados apenas pela CIA, Scotland Yard e Abin (hshsh), que extrapolavam os vários milhares de dólares.

Como os equipamentos estavam dispostos em bancadas, não pensei duas vezes antes de ir futricar nas máquinas, o famoso VERQÜALÉ. Claro que, numa loja, é impossível qualquer teste DE FATO, mas sempre dá pra sentir o FEELING do treco. Pra minha surpresa, senhas me foram solicitadas, tornando impossível qualquer teste. Em 2008 (na verdade, finaleira de 2007), isso simplesmente não é aceitável. Dei como FINADA a chance da Sony, e decidi que voltaria a testá-lo somente caso outra oportunidade se apresentasse, mas não correria atrás.

Na noite seguinte, uma visita à loja da Apple me deu a impressão contrária. Cheguei lá e, enquanto esperava que um dos MacBooks vagasse, fiquei ouvindo música num iPod ACOLCHOADO pelos melhores fones do mundo, Bose, espetaculares, UM MILHÃO que valeria cada centavo. Em seguida, peguei um iPhone, fiquei girando-o idiotamente pra ver a tela mudar de eixo, apertei aleatoriamente em todos os “botões” da touchscreen, tirei uma foto e mandei pra mim mesmo.

Quando um daqueles PENSE BEM foi liberado, fui mexer. Depois de checar meus e-mails e conferir a foto recém-tirada, dei umas JOGADAS DE MOUSE pro lado, mudando de telas ou spaces, umas coisas que não entendi pra quê, mas achei sensacional. Curti também o feeling do teclado, que pra mim é uma das coisas mais importantes. Depois de uns dez minutos de interação, FORA A COR, aprovei.

Alguns dias depois, com o OURO devidamente convertido e já na GUAIACA, a Gabi me levou em outra loja da Apple. Chegando lá, fiz o pedido e fui questionado sobre a minha situação: “Student?” “Pode crê” “In the U.S?” RÁ. Entramos numa breve contenda amigável sobre como a PRIORIDADE DO DESCONTO deveria ser dada a cidadãos do terceiro mundo, SOBRETUDO estudantes. A atendente concordou com meu argumento aleatório, embora NÃO TIVESSE ACREDITADO que não há lojas da Apple no Brasil. Depois de uns segundos de rateação, a Gabi deu um jeito: ligou para a minha cunhada, irmã dela, que gentilmente foi até a loja e informou o NOME de sua universidade, e só isso foi o suficiente pra me garantir o usufruto de um desconto considerável (fica a dica. nessas situações, nunca exitem: HARVARD ponto final). E assim comprei o tal MacBook. Sai de lá com uma maletinha de papelão, e com uma semi-certeza de que havia feito bom negócio.

No dia seguinte, acabei fazendo uma passagem relâmpago por um Best Buy, espécie de Makro dos eletrônicos, onde avistei uns equipamentos que, temo, tinham um custo benefício superior. Mas, como era tarde demais, ignorei e preferi não saber de mais detalhes.



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