Paul Dano esteve em Porto Alegre

Não conheço Mallu Magalhães, não fui no show dela, não sei de nada. Isso me credita a fazer o juízo definitivo sobre a mocinha. NOT.

Por motivos de preguiça maior, acabei não aceitando o convite do Maníaco para ir até a parte pulguenta de Porto Alegre conferir o show. Mas me assustei quando vi pessoas as mais diversas emocionadas com a possibilidade de ver uma menina de 15 anos tocando uns covers no violão e apresentando suas primeiras músicas próprias.

Depois de conferir alguns vídeos, ver algumas fotos e ler meia-dúzia de textos e opiniões sobre o ocorrido, cheguei a uma só conclusão:

Mallu Magalhães = Paul Dano

Paul Magalhães & Mallu Dano
 

Fora isso, fiquei feliz em concordar com a Lisi: puta-la-merda, pára de ser hominho, Mallu, too early for this crap! Vestidinho provocante nela DJÁ! Senão não vou no show dela no Teatro do Bourbon Country custando R$400.

Também acho que ela tem um jeitinho débil, desajeitado, bestinha, envergonhhado e feinha sob-medida DEMAIS. Dá muita vontade de dizer que é pré-fabricado. Mas não farei. (OK, essa foi baixa, tática de político em debate eleitoral)

Agora sério, acho que o pessoal anda exagerando. Meus amigos Schroder e Elis elogiaram tanto a moça e por tantas e minúsculas coisas que eu tenho certeza que um deles está pegando. Já o Maníaco também é adepto do "vestidinho provocante nela DJÁ", mas sem nenhum sentido tem a certeza de que ela será a maior artista brasileira de todos os tempos.

O fato mesmo é que a Magalhães (percebam que chamá-la assim é mais digno) tem um voz muito bonita e canta muito bem.  

Mas certamente o fator Juno de superestimação de todas as coisas que obedecem exatamente o padrão das coisas-fora-de-padrão está agindo em potência máxima.

Muita calma.


No aguardo

Camiseta antiga do Grêmio por R$50 pilinhas? Um modelo 83 com a mancha de sangue do De Leon pré-fabricada seria idiota o bastante pra eu comprar na hora. Estou no aguardo.

Via Moderninho.


Redescobrindo o famoso ROCK

Uma das minhas pseudo-resoluções para este ano era a seguinte: passar oito, dez, doze horas na frente do computador durante o trabalho já era o suficiente. Então, decidi que seria uma boa me catequisar para não ligar o laptop quando chegasse em casa em prol do verdadeiro relaxamento: leitura, filmes, janta, sono, futebol na TV, uma coçadinha nas costas.

Nessas, como o meu iPod nunca sai da gaveta, acabei percebendo hoje que parando de usar o computador à noite parei também de ouvir música. Minhas incursões ao mondo sonoro estavam restritas às iniciativas da patroa - de gosto exótico/suave/refinado -,  à raras sintonizadas na Unisinos FM, e ao programa Sala de Redação, na Rádio Gaúcha AM.

Agora mesmo, enquanto espero a bateria da máquina fotográfica carregar para organizar a tralha a ser utilizada amanhã no trabalho, fiz a primeira e tardia playlist do meu iTunes. Quase indesculpável, não fosse a boa causa. Se chama "Rockkk".

Só os sucessos das bandas barulhentas que eu mais gosto. Basta clicar em shuffle e começar a simular golpes de baqueta no teclado.

Agora, por exemplo, está tocando On the other side of the street, da Porc’s Cutlet, melhor banda que essa Porto já pariu, disparado.

Porc's Cutlet at TEAR 


McLovin

McLovin going wildPerdi Superbad nos cinemas. Acabei assistindo ao filme ontem, no computador. Pela primeira vez vi uma reprodução dessas filmadas dentro da sala de cinema, tão comuns nos torrents da vida. É muito tosco.

Durante os créditos iniciais, fica passando gente na frente da tela. No meio do filme, algumas outras cabeças na frente. A imagem, claro, fica um pouco a desejar, como o som, e algumas legendas estão bem erradas.

McLovin IDMas Superbad é tão bom que nem isso atrapalhou.

McLovin, personagem coadjuvante que rouba o filme completamente, entra pra história como um nerd heróico comparável a Napoleon Dynamite. 

Recomendo.



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